terça-feira, 16 de agosto de 2011

HARMONIZAÇÃO VOCAL

HARMONIZAÇÃO VOCAL

Olá pessoal,
fico muito honrando em poder participar desse canal contribuindo com dicas sobre divisão vocal. A saber que não pretendo esgotar o assunto e sim contribuir com dicas fáceis para aplicação no seu grupo vocal.
A música, segundo a teoria musical, é formada de três elementos principais. São eles o ritmo, a harmonia e a melodia. Entre esses três elementos podemos afirmar que o ritmo é a base e o fundamento de toda expressão musical. Sem ritmo não há música. Acredita-se que os movimentos rítmicos do corpo humano tenham originado a musica. O ritmo é de tal maneira mais importante que é o único elemento que pode existir independente dos outros dois: a harmonia e a melodia.
A harmonia, segundo elemento mais importante, é responsável pelo desenvolvimento da arte musical. Foi da harmonia de vozes humanas que surgiu a música instrumental.
A melodia, por sua vez, é a primeira e imediata expressão de capacidades musicais, pois se desenvolve a partir da língua, da acentuação das palavras, e forma uma sucessão de notas característica que, por vezes, resulta num padrão rítmico e harmônico reconhecível.
O que resulta da junção da melodia, harmonia e ritmo são as consonâncias e as dissonâncias. Assim temos a musica. Faço uso das palavras do Dr. Adamo Prince pra definir essa arte quando diz que a música acontece no tempo, ao passo que as artes visuais decorrem no espaço.
Para eu poder falar de divisão vocal, é de suma importância que o cantor ou o instrutor vocal tenha o conhecimento de como funciona o campo harmônico. Partindo desse ponto, quero frisar nas funções mais importantes de um campo harmônico no modo que é a Tonica, Subdominante e Dominate: no caso pegando como exemplo a tonalidade de Dó (C) maior, seria assim: Dó(C) Tônica – Fá(F) Subdominante e o Sol(G) Dominante. Só com essas três funções, ou melhor, com esses três acordes eu consigo cobrir praticamente toda uma musica na sua divisão vocal.
Usando a musica “Quero Subir” do DT 4 como exemplo, vou pegar a primeira linha do verso “que-ro su-bir, ao mon-te san-to de si-ão”, a melodia dessa linha é mi-ré  dó-dó  dó  dó – ré  mi – fa   sol  sol-sol. Na divisão vocal contemporânea o soprano (geralmente) faz a melodia e a partir dela montamos o acorde
que-ro su-bir,  ao mon-te san-to de si -ão
com o contralto e o tenor. O contralto é uma voz que se monta numa linha melódica abaixo a do soprano. Pra quem entende mais de teoria, o contralto geralmente está numa 3a ou numa 4a abaixo da linha do soprano. No tenor também seguem o mesmo caso do contralto, só que ele encontra-se em relação ao soprano num intervalo de 6a ou 7a da nota do soprano. Para exemplificar melhor, usando a dica sobre utilizar somente as funções Tonica(T) Subdominante(Sb) e Dominante(D) na tonalidade de Dó(C) maior ficaria assim:
O acorde de Dó(C) no seu estado primitivo (fundamental) é composto pelo dó+mi+sol / o de Fá(F) fá+lá+dó /e o de Sol(G) sol+si+ré. Esses acordes além do estado primitivo temos mais duas formações (ou inversões).
*Glossário Tr=Tenor / Contralto=Cto / Soprano=SP
Aplicando tudo isso na 1a linha do verso da musica “Quero Subir” ficaria assim:
mi   -  ré       dó   -   dó      dó       dó   –   ré       mi  -  fa         sol      sol  -  sol Soprano
dó   -  si        sol  -  sol       sol      sol   –   si        dó  -  dó       ré       ré  -  ré    Contralto
sol  -  sol       mi  -  mi       dó       dó   –   sol      sol  -  lá        si         si   –   si Tenor
que  -  ro     su  -  bir,     ao    mon  -  te    san  -  to    de       si  -  ão
C(2) – G(p)   C(1) – C(1)   C(1)      C(1)   –   G(p)   C(2) -  F(1)  G(1)   G(1) – G(1)*
T    –     D       T    –    T         T            T     –     D         T    -   Sb      D       D   -    D**
*(p) = Primitivo  (1) = Primeira inversão  (2) = Segunda Inversão
**T = Tônica   D = Dominante  Sb = Subdominante
no exemplo acima, vocês podem perceber que a divisão vocal segue de cima pra baixo. Nas disposições das notas da melodia, quando vamos montar os acordes do vocal, você também pode perceber que embora seja os mesmo acordes, contudo suas formações se alteram de acordo com o movimento da melodia. Esse exemplo não quer dizer que somente deve ser feito desse jeito mas é uma das formas a utilizar. Perceberam que só utilizei as principais funções do campo harmônico?
Bom gente, isso só é pra dar um gostinho do que está por vir. O intuito destes estudos não é que você consiga saber tudo sobre hamonização, ou seja, divisão vocal, e sim, que você aprenda aquilo que realmente vai usar. Teremos alguns vídeos com explicações e demonstrações práticas disso que estamos falando, portanto fique tranquilo e tente captar o máximo que puder! A linguagem sera basicamente assim, misturando um pouco de teoria musical com uma linguagem facilitada e exemplos para poderem experimentar a linha de raciocínio apresentado.
Um abraço e até breve!
























Junior Giovanini
Fez parte da banda CTMDT e do Ministério Diante do Trono
Tecladista, arranjador instrumental e vocal da Igreja Batista Central de Belo Horizonte
twitter.com/juniorgiovanini



Obs: Este material foi gentilmente cedido pelo meu grande amigo Junior Giovanini, portanto tenho a sua autorização para publica-lo.

Grato! 

Renan Rodrigues

sábado, 6 de agosto de 2011

Estudos em dia! Partitura de ARTHUR MAIA - Arthur e o Gigante

ARTHUR E O GIGANTE
Esta partitura  não traz a musica por completa, pois o grande músico Arthur maia faz muito improviso nesta que é uma das musicas mais difíceis de se tocar.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Estudos em dia! Partitura de Marcus miller- Power



Para quem procurou  que cansou, ta ai uma das partituras mais procuradas da internet.
aproveitem muito, que esta música é excelente pra tocar...!!!

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Perguntas e Respostas em relação ao contrabaixo

Como se chamam as partes e componentes do baixos?

Corpo: parte onde está localizada a maior parte do mecanismo do instrumento. Mesmo em baixo elétricos o corpo do instrumento possui fundamental importância na sonoridade (influem o tipo de madeira usado, o volume, etc).

Escala ou Braço: de importância fundamental na qualidade do instrumento. Não trata-se de apenas uma peça de madeira, pois em seu interior existe (pelo menos nos bons instrumentos) uma peça de metal chamada tensor, de tensão ajustável, responsável por dar uma curvatura correta à peça. O braço, quando ajustado, não deve ser reto, e sim ligeiramente côncavo.

Trastes: pequenas peças de metal que dividem a escala em intervalos de meios-tons. Instrumenos sem trastes (geralmente baixos) são chamados de fretless.

Ponte: parte onde são presas fixas as extremidades das cordas. As pontes possuem diversos ajustes de altura das cordas em relação ao braço, comprimento das cordas (importantes na afinação do instrumento) e em alguns casos distância entre as cordas.

Captadores: peças responsáveis pela captação da vibração das cordas. Podem ser de vários tipos conforme será abordado adiante. Sua altura pode ser ajustada.
Potenciômetros: controles que fazem variar o funcionamento dos captadores, influindo no som do instrumento. Basicamente os potenciômetros fazem variar o volume e a equalização (graves e agudos) do som.

Chave de Comutação: geralmente a chave serve para ligar e desligar os diversos captadores (em instrumentos que possuem mais de um). Pode também servir para variar a captação entre ativa e passiva.
Tarrachas: responsáveis pela afinação do instrumento. Em alguns instrumentos possuem resposta variável (sendo geralmente mais precisas as tarrachas para cordas grossas e mais rápidas as tarrachas para cordas finas).

Capotraste: peça de plástico, osso, marfim ou madeira que marca o início da escala. Ao ser colocada nas tarrachas as cordas devem tender a puxar para baixo o capotraste, de forma que haja um bom contato. Em alguns instrumentos uma peça de metal aumenta este contato.

Qual a diferença entre captadores simples e duplos?
Captadores simples e duplos possuem cada um seus timbres, qualidades e defeitos, havendo músicos ou ocasiões que prefiram um ou outro. De maneira geral captadores simples geram mais ruídos de interferência que captadores duplos.

Qual a diferença entre captação ativa e captação passiva?
Instrumentos de captação passiva são aqueles em que a vibração captada das cordas pelos captadores é enviada diretamente ao amplificador praticamente sem tratamento eletrônico.
Instrumentos de captação ativa possuem um circúito (alimentado por uma bateria de 9 volts colocada geralmente na parte posterior do instrumento) que submete o som a tratamento antes de o enviar para o amplificador. Desta forma baixos com captação ativa possuem mais possibilidades de tratamento e variação dos timbres. O som resultante é mais limpo.
Embora haja hoje uma preferência por baixos de captação ativa, existem ainda correntes de músicos que preferem o som mais natural da captação passiva.

De quanto em quanto tempo devo trocar as cordas?
Você deve trocar as cordas sempre que achar que o som está sem brilho. O tempo entre as trocas pode variar bastante em virtude de sua maneira de tocar,da qualidade das cordas que você usa, da quantidade de tempo que você toca durante o dia, do clima e umidade do local, etc, etc. Músicos iniciantes tendem a trocar menos as cordas por não perceberem a perda da qualidade.
Entre baixistas é comum afrouxar as cordas quando o instrumento estiver em repouso para permitir que as mesmas durem mais (encordoamentos de baixo são bem mais caros e perderem qualidade mais rapidamente).

Como limpar o instrumento?
Existem à venda produtos específicos para limpeza de Instrumento, corpo, escalas, cordas, etc. Prefira usar o material recomendado pelo fabricante (que pode variar conforme o tipo de acabamento e material do instrumento). A maioria dos fabricantes recomenda cera de carnaúba para limpeza do corpo e escala e a mesma pode ser encontrada em boas lojas de música.
Jamais use produtos abrasivos (como cera de carro) ou solventes. Na falta de material adequado use um pano seco ou levemente umedecido.

terça-feira, 21 de junho de 2011

A hitória do Baixo Elétrico

Até os anos cinquenta, sempre que um baixista arrumava um trabalho, era sempre o mesmo drama para carregar um gigante de madeira, desajeitado e pesado, até o local do evento. Se fosse em outra cidade, o risco seriam os mesmo que todos os músicos correm até hoje: a dificuldade de transporte em, ônibus, navio ou avião sem contar com o transporte da bagagem pessoal e o risco de roubo. Não estou aqui fazendo apologia ao baixo elétrico, afinal eu curto muito o som magnífico emitido pelo baixo acústico. Mas vamos concordar que é dificil o transportar esse instrumento.


         Foi então que um homem mudou para sempre o mundo da música dando ao contrabaixo um status até então desconhecido. Leo Fender, um técnico em eletrônica de 42 anos do sul da Califórnia, lançou, no fim de 1951 o mais revolucionário instrumento musical do século XX. Inspirado na guitarra elétrica Telecaster, a primeira de corpo sólido com características contemporâneas, que ele colocara no mercado apenas um ano antes, Fender criou a guitarra baixo elétrica, ou simplesmente baixo elétrico. Batizando-o de Precision, já que os trastos em sua escala de 34 polegadas permitiam precisão nas notas, rapidamente tornou-se conhecido entre os músicos, passando a ser chamado por eles de Fender Bass, por algum tempo. O tamanho da escala, considerada ideal até hoje, foi escolhido após muitas pesquisas e testes de erro e acerto por Leo e seu companheiro, George Fullerton. As escalas de 30 polegadas não permitiam que a corda vibrasse o esperado para produzir um bom som e a de 36 polegadas dificultava o músico, pelo tamanho das casas.Seu desenho era arrojado e totalmente diverso do contrabaixo tradicional, assim como das tentativas fracassadas feitas anteriormente por Ampeg, Gibson, Audiovox e Regal. Seu corpo em ash com dois recortes, para permitir o acesso às notas mais agudas, braço em maple fixado ao corpo por quatro parafusos, com tarraxas Kluson de um só lado da mão e um captador em Alnico (liga de alumínio, níquel e cobalto) com controles de volume e tonalidade. Ele era ligado a um amplificador desenhado especialmente por Fender para reproduzir as freqüencias mais baixas do instrumentos (Bassman Amp), lançado na mesma época. O baixo elétrico nasceu pronto, sem que fosse necessária nenhuma evolução, como aconteceria com a guitarra, o órgão, e até mesmo a bateria. Se você tiver curiosidade de comparar o Fender Precision 51 com um modelo atual, verá que as modificações feitas foram meramente cosméticas ou ocasionadas pelo natural desenvolvimento tecnológico, sem alterar a concepção inicial. Não houve, na verdade, um protótipo, mas um modelo perfeito e definitivo.
Convidado por Leo Fender a visitar sua fábrica e experimentar o Precision Bass, o baixista William "Monk" Montgomery (irmão do guitarrista virtuose Wes Montgomery) foi um dos primeiros a divulgar o novo instrumento pelos EUA e Europa.
                                                                                                    
                                                                                                        Imagem do fender
                                                                                                          Precision Bass

segunda-feira, 16 de maio de 2011

ENTREVISTA CONCEDIDA AO BLOG DA LUANA

Quando você começou a tocar contrabaixo?
Bom, meu começo no baixo foi em 2001, na ocasião não havia nenhum baixista 
na igreja onde eu congregava e eu sempre quis tocar um instrumento e o baixo era o único que não tinha 
músico que tocasse. (Risos) mais eu amo esse instrumento!
 Quais foram às dificuldades que você enfrentou, e como você conseguiu adquirir seu estilo próprio de tocar?
Uma das maiores dificuldades que eu enfrentei foi a falta de professor, na minha cidade (Palmas-TO)
não havia muitos músicos bons, nessa época so havia 2 baixistas bons na cidade e eles viajavam muito com as
bandas que tocavam, então o único jeito era aprender sozinho! acho que foi por isso que consegui meu estilo proprio 
de tocar.
Como é tocar com Israel Salazar do Diante do Trono?
Tocar com meu quase irmão Israel é muito bom! eu conheço ele ja faz 9 anos, tocava-mos juntos numa banda de garagem que tinha o objetivo de evangelizar através da música posso dizer que nós fazemos parte da mesma familia afinal o pai dele o Pr. Luiz claudio é meu pastor e a mãe dele a Pr. malú é minha lider de louvor.
Mais tem uma coisa, o Israel é muito exigente quando o assunto é musica.
Quanto tempo demorou para dominar o instrumento e se tornar profissional?
O domínio do baixo foi não foi fácil afinal não tive nenhuma instrução sobre o instrumento tive que aprender as técnicas 
sozinho ou vendo vídeo-aulas acho que demorei 5 anos para me tornar profissional, mas até hoje eu leio muitas revistas e livros que falam sobre contrabaixo para me atualizar e aprender coisas novas.
Quantas horas você estuda (por dia)?
bom hoje eu estudo em média 2 ou 3 horas por dia. 
Você é endorser de alguma marca?
Bom ainda não! mais tenho esse desejo(Risos) afinal, ser endorsado por alguma marca é um ótimo 
reconhecimento para qualquer músico.
Quais baixistas do meio evangélico e secular que você mais admira?
Do meio evangélico eu admiro DUCA TAMBASCO (OFICINA G3), JADÃO ( FILHOS DO HOMEM) ELIZEU  (ODRES NOVOS),JUNIOR RIBEIRO ( RAIZ CORAL), entre outros que não lembro agora.
e do meio secular, ARTHUR MAIA, CELSO PIXINGA, ALBERTO CONTINENTINO, VICTOR WOOTEN, NICO ASSUMPSÃO.... alista é muito grande mais esses caras... são excepcionais no baixo.
O contrabaixo é um instrumento de acompanhamento. Eu sei que bateria e contrabaixo são instrumentos que andam juntos, fala um pouquinho sobre a importância desse entrosamento entre baterista e baixista.
Esse entrosamento entre baixo e batera na musica é conhecido como "COZINHA".
e essa cozinha tem que ser muito boa, afinal são  instrumentos que seguram a base rítimica da musica, eu ja toquei com varios bateristas até hoje, mas eu sempre gostei de ter como baterista o Israel salazar que além de um ótimo cantor é um excelente baterista além do Israel, tombem tem o Pedro enos que toca comigo na banda do israel.
E pra que bateria e baixo tenham um bom desempenho numa banda é muito importante os ensaios, é nessa hora que
são corrigidos os erros de ambos.
O que é necessário pra se tornar um bom baixista?
Na minha opinião duas coisas são necessárias.
1° é gostar, querer tocar esse instrumento tão maravilhoso
2° é ser persistente, não desistir fácil diante das dificuldades. 
Qual a diferença entre ser musico e tocar pra Deus?
Certa vez ouvi que nós temos que ser cristãos músicos e não músicos cristão
Na minha opinião ser músico é uma profissão de muita polêmica dentro da igreja, porque quando a igreja 
não tem como remunera o músico ele tem que buscar seu sustento no meio secular.
mas o grande barato de tocar pra Deus é saber que sua recompensa não esta aqui esta nos céus MT. 6. 19.
essa é a grande diferença é a recompensa que você tem. 
Existem alguns macetes para a limpeza do encordoamento de contrabaixo... O que você acha destes macetes feitos em casa?
Os macetes que aprendi acredito ser os mesmos que todo baixista conhece ferver as cordas com limão.
 e esses macetes tem me servido muito hem...!!! mais isso deve ser provisório afinal não ha nada melhor 
do que encordoamento novo.
Como está sendo seu ano de 2011? Sei que você tem alguns projetos novos...
esse ano esta sendo um ano de muitas provações... mais creio que Deus está no controle.
projetos sim! estou criando algumas linhas de baixo para um CD solo do Israel que esta vindo por ai....  só não sei quando hem!!! e outros projetos musicais tambem....
Pra quem esta começando a tocar contrabaixo qual dica você deixa?
DEIXO AS MESMA DICAS DE AGORA APOUCO.
1° é gostar, querer tocar esse instrumento tão maravilhoso
2° é ser persistente, não desistir fácil diante das dificuldades. 
as dificuldades vião..!!!

PERGUNTAS RAPIDAS
Se não fosse musico: eu seria analista de sistemas, eu amo a informatica tambem.
Melhor baixista é aquele que: sempre esta atualizado sobre novidades do mercado musical
Primeiro Baixo: um Tagima 5 cordas de segunda mão que me custou 3x de 300 reais e meu salário era de 350 por mês
Estilo musical: Blus, jazz, funk americano, mpb e rock clássico. 
Baixos Atuais: Eu tenho hoje 2 baixo um YAMAHA 5 CORDAS  e um SHELTER SX 4 CORDAS.
Deus: A essência da adoração
Bandas: Oficina G3, Fruto sagrado, metal nobre e muitas outras...
Twitter:@Renann_bass
link da entrevista: http://lukamalukita.blogspot.com/search/label/Entrevistas