quarta-feira, 21 de novembro de 2012

CORAL DINAMUS

     Esta é a mais nova promessa da música Gospel brasileira, coral Dinamus de Palmas no estado do Tocantins, teve seu inicio no segundo semestre de 2012,este ministério traz como proposta musical unir coral a música black, acompanhado é claro de uma banda com músicos fantástico que residem em palmas, este projeto nasceu de um grande desejo de Josifran Melo, que é o lider e regente do coral. Ainda em faze de formação, o coral dinamus conta com proximadamente vinte componentes entre coral e Banda, e a estréia do coral já tem data marcada, será no dia, 26 de Novembro de 2012 no anfiteatro do colégio são francisco em PALMAS-TO.
                                          
EM BREVE MAIS NOTICIAS DESTE NOVO PROJETO!                                         AGUARDEM! 

sábado, 26 de maio de 2012

BANDA INCOGNITO

Que baixista não sonharia em ser reconhecido por sua criatividade nos grooves e levadas?
acho que qualquer baixista tem este sonho não é mesmo? Eu mesmo sou um deles....!
mas como fazer para criar esses grooves tão magnificos que ouvimos por ai?
A receita é.... estudar, conhecer seu instrumento e é claro ouvir, e ouvir muito.... se posivel de tudo.
Quando ouvimos rítimos diferentes, conseguimos guardar muitas levadas em nossa memória musical e 
ai, quando menos esperamos vem aquele groove que se torna um referencial.
e pensano no que eu disse sobre ouvir, resolvi trazer para vocês uma banda muito especial, principalmente
para nós baixistas. Apresento à vocês INCOGNITO.


APROVEITE!!

 História
 
Banda nascida de um projeto de dois líderes de uma banda dos anos 70 chamada "Light of the World". A banda Incognito tornou-se um dos mais importantes nomes do movimento Acid Jazz surgido na Inglaterra no início dos anos noventa. Incognito foi criada pelo carismático músico, cantor, compositor e multi-instrumentista Jean-Paul Maunick (mais conhecido como "Bluey"). O excelente álbum "Jazz Funk", é o debut da banda; gravado em 1981 praticamente 10 anos antes de surgir o movimento Acid Jazz, "Bluey" ainda contou com a participação de outro grande músico na parceria das composições, "Paul "Tubbs" Williams, que tempos depois, mudou-se para a Finlândia.
Hoje, igualmente liderada pelo multimídia Mr. Jean-Paul Maunick, se juntou a vocais angelicais de divas e grandes nomes como Maysa Leak, Imaani, Jocelyn Brown, Pamela Anderson, Kelli Sae, Karen Bernod, Sarah Brown, Mark Anthoni e Ed Motta.

Discografia
Estes são os trabalhos já publicados pelo incognito, trabalhos da mais alta qualidade
uma excelente escola de grooves para qualquer músico, em especial os baixistas...


 100 Degrees and Rising (1995)










Adventues In Black Sunshine (2004)
Inside Life (1991)










Beneath The Surface (1997)

 Jazz Funk (1981)
Last Night in Tokyo, Live 1996










Life Stranger Than Fiction (2001)
 No time like the future (1999)









 
Positivity (1993)

 Remixed (1996)
 TELES FROM THE BEACH 2008










Tribes, Vibes and Scribes (1992)
 Who Needs Love (2003)
 

terça-feira, 16 de agosto de 2011

HARMONIZAÇÃO VOCAL

HARMONIZAÇÃO VOCAL

Olá pessoal,
fico muito honrando em poder participar desse canal contribuindo com dicas sobre divisão vocal. A saber que não pretendo esgotar o assunto e sim contribuir com dicas fáceis para aplicação no seu grupo vocal.
A música, segundo a teoria musical, é formada de três elementos principais. São eles o ritmo, a harmonia e a melodia. Entre esses três elementos podemos afirmar que o ritmo é a base e o fundamento de toda expressão musical. Sem ritmo não há música. Acredita-se que os movimentos rítmicos do corpo humano tenham originado a musica. O ritmo é de tal maneira mais importante que é o único elemento que pode existir independente dos outros dois: a harmonia e a melodia.
A harmonia, segundo elemento mais importante, é responsável pelo desenvolvimento da arte musical. Foi da harmonia de vozes humanas que surgiu a música instrumental.
A melodia, por sua vez, é a primeira e imediata expressão de capacidades musicais, pois se desenvolve a partir da língua, da acentuação das palavras, e forma uma sucessão de notas característica que, por vezes, resulta num padrão rítmico e harmônico reconhecível.
O que resulta da junção da melodia, harmonia e ritmo são as consonâncias e as dissonâncias. Assim temos a musica. Faço uso das palavras do Dr. Adamo Prince pra definir essa arte quando diz que a música acontece no tempo, ao passo que as artes visuais decorrem no espaço.
Para eu poder falar de divisão vocal, é de suma importância que o cantor ou o instrutor vocal tenha o conhecimento de como funciona o campo harmônico. Partindo desse ponto, quero frisar nas funções mais importantes de um campo harmônico no modo que é a Tonica, Subdominante e Dominate: no caso pegando como exemplo a tonalidade de Dó (C) maior, seria assim: Dó(C) Tônica – Fá(F) Subdominante e o Sol(G) Dominante. Só com essas três funções, ou melhor, com esses três acordes eu consigo cobrir praticamente toda uma musica na sua divisão vocal.
Usando a musica “Quero Subir” do DT 4 como exemplo, vou pegar a primeira linha do verso “que-ro su-bir, ao mon-te san-to de si-ão”, a melodia dessa linha é mi-ré  dó-dó  dó  dó – ré  mi – fa   sol  sol-sol. Na divisão vocal contemporânea o soprano (geralmente) faz a melodia e a partir dela montamos o acorde
que-ro su-bir,  ao mon-te san-to de si -ão
com o contralto e o tenor. O contralto é uma voz que se monta numa linha melódica abaixo a do soprano. Pra quem entende mais de teoria, o contralto geralmente está numa 3a ou numa 4a abaixo da linha do soprano. No tenor também seguem o mesmo caso do contralto, só que ele encontra-se em relação ao soprano num intervalo de 6a ou 7a da nota do soprano. Para exemplificar melhor, usando a dica sobre utilizar somente as funções Tonica(T) Subdominante(Sb) e Dominante(D) na tonalidade de Dó(C) maior ficaria assim:
O acorde de Dó(C) no seu estado primitivo (fundamental) é composto pelo dó+mi+sol / o de Fá(F) fá+lá+dó /e o de Sol(G) sol+si+ré. Esses acordes além do estado primitivo temos mais duas formações (ou inversões).
*Glossário Tr=Tenor / Contralto=Cto / Soprano=SP
Aplicando tudo isso na 1a linha do verso da musica “Quero Subir” ficaria assim:
mi   -  ré       dó   -   dó      dó       dó   –   ré       mi  -  fa         sol      sol  -  sol Soprano
dó   -  si        sol  -  sol       sol      sol   –   si        dó  -  dó       ré       ré  -  ré    Contralto
sol  -  sol       mi  -  mi       dó       dó   –   sol      sol  -  lá        si         si   –   si Tenor
que  -  ro     su  -  bir,     ao    mon  -  te    san  -  to    de       si  -  ão
C(2) – G(p)   C(1) – C(1)   C(1)      C(1)   –   G(p)   C(2) -  F(1)  G(1)   G(1) – G(1)*
T    –     D       T    –    T         T            T     –     D         T    -   Sb      D       D   -    D**
*(p) = Primitivo  (1) = Primeira inversão  (2) = Segunda Inversão
**T = Tônica   D = Dominante  Sb = Subdominante
no exemplo acima, vocês podem perceber que a divisão vocal segue de cima pra baixo. Nas disposições das notas da melodia, quando vamos montar os acordes do vocal, você também pode perceber que embora seja os mesmo acordes, contudo suas formações se alteram de acordo com o movimento da melodia. Esse exemplo não quer dizer que somente deve ser feito desse jeito mas é uma das formas a utilizar. Perceberam que só utilizei as principais funções do campo harmônico?
Bom gente, isso só é pra dar um gostinho do que está por vir. O intuito destes estudos não é que você consiga saber tudo sobre hamonização, ou seja, divisão vocal, e sim, que você aprenda aquilo que realmente vai usar. Teremos alguns vídeos com explicações e demonstrações práticas disso que estamos falando, portanto fique tranquilo e tente captar o máximo que puder! A linguagem sera basicamente assim, misturando um pouco de teoria musical com uma linguagem facilitada e exemplos para poderem experimentar a linha de raciocínio apresentado.
Um abraço e até breve!
























Junior Giovanini
Fez parte da banda CTMDT e do Ministério Diante do Trono
Tecladista, arranjador instrumental e vocal da Igreja Batista Central de Belo Horizonte
twitter.com/juniorgiovanini



Obs: Este material foi gentilmente cedido pelo meu grande amigo Junior Giovanini, portanto tenho a sua autorização para publica-lo.

Grato! 

Renan Rodrigues

sábado, 6 de agosto de 2011

Estudos em dia! Partitura de ARTHUR MAIA - Arthur e o Gigante

ARTHUR E O GIGANTE
Esta partitura  não traz a musica por completa, pois o grande músico Arthur maia faz muito improviso nesta que é uma das musicas mais difíceis de se tocar.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Estudos em dia! Partitura de Marcus miller- Power



Para quem procurou  que cansou, ta ai uma das partituras mais procuradas da internet.
aproveitem muito, que esta música é excelente pra tocar...!!!

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Perguntas e Respostas em relação ao contrabaixo

Como se chamam as partes e componentes do baixos?

Corpo: parte onde está localizada a maior parte do mecanismo do instrumento. Mesmo em baixo elétricos o corpo do instrumento possui fundamental importância na sonoridade (influem o tipo de madeira usado, o volume, etc).

Escala ou Braço: de importância fundamental na qualidade do instrumento. Não trata-se de apenas uma peça de madeira, pois em seu interior existe (pelo menos nos bons instrumentos) uma peça de metal chamada tensor, de tensão ajustável, responsável por dar uma curvatura correta à peça. O braço, quando ajustado, não deve ser reto, e sim ligeiramente côncavo.

Trastes: pequenas peças de metal que dividem a escala em intervalos de meios-tons. Instrumenos sem trastes (geralmente baixos) são chamados de fretless.

Ponte: parte onde são presas fixas as extremidades das cordas. As pontes possuem diversos ajustes de altura das cordas em relação ao braço, comprimento das cordas (importantes na afinação do instrumento) e em alguns casos distância entre as cordas.

Captadores: peças responsáveis pela captação da vibração das cordas. Podem ser de vários tipos conforme será abordado adiante. Sua altura pode ser ajustada.
Potenciômetros: controles que fazem variar o funcionamento dos captadores, influindo no som do instrumento. Basicamente os potenciômetros fazem variar o volume e a equalização (graves e agudos) do som.

Chave de Comutação: geralmente a chave serve para ligar e desligar os diversos captadores (em instrumentos que possuem mais de um). Pode também servir para variar a captação entre ativa e passiva.
Tarrachas: responsáveis pela afinação do instrumento. Em alguns instrumentos possuem resposta variável (sendo geralmente mais precisas as tarrachas para cordas grossas e mais rápidas as tarrachas para cordas finas).

Capotraste: peça de plástico, osso, marfim ou madeira que marca o início da escala. Ao ser colocada nas tarrachas as cordas devem tender a puxar para baixo o capotraste, de forma que haja um bom contato. Em alguns instrumentos uma peça de metal aumenta este contato.

Qual a diferença entre captadores simples e duplos?
Captadores simples e duplos possuem cada um seus timbres, qualidades e defeitos, havendo músicos ou ocasiões que prefiram um ou outro. De maneira geral captadores simples geram mais ruídos de interferência que captadores duplos.

Qual a diferença entre captação ativa e captação passiva?
Instrumentos de captação passiva são aqueles em que a vibração captada das cordas pelos captadores é enviada diretamente ao amplificador praticamente sem tratamento eletrônico.
Instrumentos de captação ativa possuem um circúito (alimentado por uma bateria de 9 volts colocada geralmente na parte posterior do instrumento) que submete o som a tratamento antes de o enviar para o amplificador. Desta forma baixos com captação ativa possuem mais possibilidades de tratamento e variação dos timbres. O som resultante é mais limpo.
Embora haja hoje uma preferência por baixos de captação ativa, existem ainda correntes de músicos que preferem o som mais natural da captação passiva.

De quanto em quanto tempo devo trocar as cordas?
Você deve trocar as cordas sempre que achar que o som está sem brilho. O tempo entre as trocas pode variar bastante em virtude de sua maneira de tocar,da qualidade das cordas que você usa, da quantidade de tempo que você toca durante o dia, do clima e umidade do local, etc, etc. Músicos iniciantes tendem a trocar menos as cordas por não perceberem a perda da qualidade.
Entre baixistas é comum afrouxar as cordas quando o instrumento estiver em repouso para permitir que as mesmas durem mais (encordoamentos de baixo são bem mais caros e perderem qualidade mais rapidamente).

Como limpar o instrumento?
Existem à venda produtos específicos para limpeza de Instrumento, corpo, escalas, cordas, etc. Prefira usar o material recomendado pelo fabricante (que pode variar conforme o tipo de acabamento e material do instrumento). A maioria dos fabricantes recomenda cera de carnaúba para limpeza do corpo e escala e a mesma pode ser encontrada em boas lojas de música.
Jamais use produtos abrasivos (como cera de carro) ou solventes. Na falta de material adequado use um pano seco ou levemente umedecido.

terça-feira, 21 de junho de 2011

A hitória do Baixo Elétrico

Até os anos cinquenta, sempre que um baixista arrumava um trabalho, era sempre o mesmo drama para carregar um gigante de madeira, desajeitado e pesado, até o local do evento. Se fosse em outra cidade, o risco seriam os mesmo que todos os músicos correm até hoje: a dificuldade de transporte em, ônibus, navio ou avião sem contar com o transporte da bagagem pessoal e o risco de roubo. Não estou aqui fazendo apologia ao baixo elétrico, afinal eu curto muito o som magnífico emitido pelo baixo acústico. Mas vamos concordar que é dificil o transportar esse instrumento.


         Foi então que um homem mudou para sempre o mundo da música dando ao contrabaixo um status até então desconhecido. Leo Fender, um técnico em eletrônica de 42 anos do sul da Califórnia, lançou, no fim de 1951 o mais revolucionário instrumento musical do século XX. Inspirado na guitarra elétrica Telecaster, a primeira de corpo sólido com características contemporâneas, que ele colocara no mercado apenas um ano antes, Fender criou a guitarra baixo elétrica, ou simplesmente baixo elétrico. Batizando-o de Precision, já que os trastos em sua escala de 34 polegadas permitiam precisão nas notas, rapidamente tornou-se conhecido entre os músicos, passando a ser chamado por eles de Fender Bass, por algum tempo. O tamanho da escala, considerada ideal até hoje, foi escolhido após muitas pesquisas e testes de erro e acerto por Leo e seu companheiro, George Fullerton. As escalas de 30 polegadas não permitiam que a corda vibrasse o esperado para produzir um bom som e a de 36 polegadas dificultava o músico, pelo tamanho das casas.Seu desenho era arrojado e totalmente diverso do contrabaixo tradicional, assim como das tentativas fracassadas feitas anteriormente por Ampeg, Gibson, Audiovox e Regal. Seu corpo em ash com dois recortes, para permitir o acesso às notas mais agudas, braço em maple fixado ao corpo por quatro parafusos, com tarraxas Kluson de um só lado da mão e um captador em Alnico (liga de alumínio, níquel e cobalto) com controles de volume e tonalidade. Ele era ligado a um amplificador desenhado especialmente por Fender para reproduzir as freqüencias mais baixas do instrumentos (Bassman Amp), lançado na mesma época. O baixo elétrico nasceu pronto, sem que fosse necessária nenhuma evolução, como aconteceria com a guitarra, o órgão, e até mesmo a bateria. Se você tiver curiosidade de comparar o Fender Precision 51 com um modelo atual, verá que as modificações feitas foram meramente cosméticas ou ocasionadas pelo natural desenvolvimento tecnológico, sem alterar a concepção inicial. Não houve, na verdade, um protótipo, mas um modelo perfeito e definitivo.
Convidado por Leo Fender a visitar sua fábrica e experimentar o Precision Bass, o baixista William "Monk" Montgomery (irmão do guitarrista virtuose Wes Montgomery) foi um dos primeiros a divulgar o novo instrumento pelos EUA e Europa.
                                                                                                    
                                                                                                        Imagem do fender
                                                                                                          Precision Bass